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Zoológico Municipal acolhe novos animais encaminhados pelo IEF


O Zoológico Municipal é um grande centro de recuperação e cuidado para animais silvestres que não possuem condição de integrar o seu habitat. Recentemente, o equipamento recebeu oito novos habitantes, encaminhados pelo Instituto Estadual de Floresta (IEF). A partir de agora, oito exemplares de mamíferos e répteis vão integrar o plantel, que já conta com mais de 150 animais de 41 espécies.

Entre os répteis, chegaram um casal de jacarés-tinga adultos, uma tartaruga macho adulto da fauna norte-americana e uma jiboia fêmea adulta. A ala dos mamíferos ganhou um veado-catingueiro fêmea, que passou a conviver com um macho da mesma espécie. Também chegaram um gato do mato pequeno jovem, um tamanduá-mirim resgatado ainda filhote e um cachorro-do-mato fêmea adulta diagnosticada com catarata bilateral e que recebe acompanhamento veterinário especial.

Todos os animais recebidos pelo zoológico são resgatados e doados por órgãos competentes, após análise de suas condições clínicas e biológicas. No caso de confirmação da impossibilidade de reintegração ao habitat, eles são acolhidos. O cuidado diário é feito por uma equipe especializada de servidores, que inclui um médico veterinário especializado em clínica médica e cirúrgica de animais selvagens, uma bióloga e uma médica veterinária na coordenação dos núcleos técnicos de fauna e flora, nove colaboradores experientes no manejo de animais selvagens e 11 profissionais de serviços gerais.

Atualmente, o zoológico permanece fechado ao público devido à pandemia do novo coronavírus, mas todo o trabalho e zelo aos animais permanece diariamente.  Na rotina do local, os animais passam por uma técnica conhecida como enriquecimento ambiental, na qual especialistas criam estímulos para simular um ambiente natural e aprimorar sua saúde física e mental.

A boa alimentação também é outra prioridade, sendo elaborada com hortifrutigranjeiro, carnes e rações de primeira qualidade. Esse conjunto de fatores contribuem para o prolongamento em até 50% do tempo médio de vida dos animais.

 

Fonte: SECOM


Publicado em: 23/09/20
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