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Cidades de estados do Maranhão, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo estudam implantação do Salve Maria


A Prefeitura de Uberlândia está em constante processo de melhorias e qualidade de vida para a população, e os projetos elaborados pela atual gestão estão avançando as fronteiras municipais cada vez mais. Com o sucesso do aplicativo Salve Maria, que tem o objetivo de reforçar, junto à Polícia Militar, o combate da violência contra mulher, cidades de Minas Gerais, Maranhão, Rio de Janeiro e São Paulo já demonstraram interesse em ter mais essa funcionalidade no trabalho de proteção às mulheres.

Nas últimas semanas, representantes da capital maranhense, São Luís, e das cidades de Búzios e Rio das Ostras, no estado do Rio de Janeiro, entraram em contato com a Prefeitura para tomar ciência das funções e resultados gerados pelo Salve Maria. Além disso, a cidade de Ribeirão Pires, no interior de São Paulo, e a de Araxá, no Triângulo Mineiro, também já estão em uma fase mais avançada para uma possível parceria para a implantação do aplicativo em seus respectivos municípios.

O aplicativo foi cedido e já está em funcionamento desde o ano passado em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, e a cidade de Aquidauana, no estado do Mato Grosso do Sul, está prestes a iniciar as atividades por meio da ferramenta que dá apoio na proteção às mulheres.

Em Uberlândia, o Salve Maria já conta com 13.747 downloads em aparelhos android e iOS.  A ferramenta que completou dois anos de criação em março deste ano teve o botão “pânico” acionado 477 vezes e registrou também 796 ocorrências por meio do botão “denúncia”.

 

Parceria concluída

A cidade de Aquidauana, no estado do Mato Grosso do Sul, está prestes a também contar com a funcionalidade do Salve Maria. A praticidade e a eficiência do aplicativo chamaram a atenção do presidente da Câmara de Vereadores da cidade, Wezer Lucarelli. Por intermédio dele, foram meses de conversas e compartilhamento de informações com a Prefeitura de Aquidauana, permitindo que a ferramenta comece a funcionar ainda neste mês de agosto.

“Vamos incluir o lançamento do dispositivo na programação de aniversário de Aquidauana, neste mês de agosto. Vai ser um grande avanço para a segurança pública da cidade, que como todo o Brasil, enfrentamos a violência contra a mulher. Tomei a iniciativa, juntamente com o prefeito Odilon Ribeiro, de buscar à Prefeitura de Uberlândia, que foi inovadora com a implantação do aplicativo”, comemorou o vereador.

 

Combate à violência

Idealizado pela Secretaria Municipal de Governo e Comunicação da Prefeitura de Uberlândia, o aplicativo foi lançado pela Prefeitura de Uberlândia em março de 2019. “É muito gratificante ver a expansão desse projeto, ainda mais neste ano em que a Lei Maria da Penha completou 15 anos. O bem estar das mulheres e, principalmente, o respeito aos direitos delas, é uma pauta que sempre vai ter destaque no nosso trabalho”, afirmou a secretária de Governo e Comunicação, Ana Paula Junqueira.

Em vigor desde 2006, a Lei Maria da Penha é considerada Organização das Nações Unidas uma das três leis mais avançadas em todo o mundo. A legislação criou mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.

 

Como funciona o aplicativo Salve Maria?

 A iniciativa propicia mais um canal direto com a Polícia Militar (PM) para denúncias de abusos de diferentes tipos. Por rápidos comandos no celular, é possível reportar violências de ordem física, psicológica, patrimonial, moral e sexual. Quem possui smartphones com o sistema operacional Android pode baixar o app na loja virtual Play Store. Para o sistema iOS, o recurso está disponível no App Store.

Desenvolvido pela Empresa Processamento de Dados de Uberlândia (Prodaub), o aplicativo consiste em apenas três botões: Botão do PânicoDenúncia e Instruções de Uso.

– A funcionalidade do Botão do Pânico é emitir um “chamado de localização”, ou seja, ele compartilha a localização em tempo real. Em ocorrências de extrema urgência, basta que a denunciante o utilize para acionar imediatamente a presença dos policiais militares.

– No botão de “Denúncia”, a pessoa encontra um pequeno questionário com perguntas que especificam o tipo de violência, se a denúncia será anônima, dados da vítima e agressor, entre outras. A vítima ou a denunciante ainda tem a possibilidade de anexar fotos ou vídeos antes de enviar.

– O terceiro botão “Instruções de Uso”, é um guia de utilização, que deve ser lido quando o download for executado.

 

Fonte: SECOM


Publicado em: 12/08/21
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